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O mundo se faz grande e assustador, pessoas se fazem pequenas e solitárias. A inconstância do - ser e querer ser - faz com que à individualidade se molde e se assente, de maneira sucinta e complexa, muitas vezes deformada, egoísta e imperfeita. A imagem que se faz do homem, não chega nem perto do que realmente se pode ver dele mesmo, tornado assim, a sua existência angustiante, enganosa ou às vezes justa, nunca plena. Ser humano é dominar a habilidade de nunca estar bem, invejando a serenidade dos outros animais e buscando o aprimoramento de suas numerosas e aparentemente infinitas arestas. A dor do saber é o que nos torna únicos, amáveis e detestáveis.

~ Saturday, January 21 ~
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                                                         Ética, moral e divagações.
 
Para comparar o homem de hoje como - possibilidade perfeita do futuro - seria necessário conhecer, literalmente, o homem perfeito do futuro, para haver base de comparação temporal, pois sem esta base fica impossível saber qual é a medida do perfeito. O mesmo vale para os estados, pois cada nação é um conglomerado cultural distinto e que em nenhuma circunstância pode ser comparado à outra em termos de progresso e atraso, pois para se comparar, por exemplo, o país ‘A’ do passado com o ‘B’ do futuro, o país ‘A’ teria que ser, literalmente, o país ‘B’, o que é impossível, pois o a linha temporal futura ainda não existe, e mesmo se existisse, ainda assim não se poderia compra-los, pois seriam distintos. Comparações podem acontecer apenas nos campos da técnica, nunca no campo cultural. E mesmo assim se compararia não em termos de progresso e atraso, mas sim em termos de possuir tal técnica ou não. Afinal a técnica não é progresso, mas apenas uma mudança de perspectiva.

É fato que todas as utopias partilham de uma característica primordial, que é lidar com linhas temporais imaginativas apocalípticas. Linhas temporais estas que, sempre estarão limitadas ao horizonte de consciência do propositor.  Nenhum revolucionário é capaz de saber qual será o fim da história, logo, não pode prever o que seria um estado ideal e muito menos o homem ideal, pois a base de comparação não existe no plano físico, apenas hipoteticamente de forma limitada.
Ao que entendo sobre moral, trata-se basicamente da capacidade interna e objetiva do ser perceber o outro, e, que não pode comportar ou abranger a um grande grupo da mesma forma que no individual, pois se trata de um paradigma pessoal e natural e egoico de visão do mundo.  Já a construção da moral adquirida pela ética grupal é baseada em certa coerência cultural, de vivência e de tradição de censo comum e imaginativa, restringindo assim a manifestação pura do ego, esta que pode ser nociva para o outro, como acontece em um animal.

Assim, definimos a percepção natural e a cultural como sendo razões superpostas e distintas. Embora seja impossível se distinguir o que é percepção natural e o que é percepção cultural, torna-se perfeitamente possível moldar a moral estimulando a imaginação através da literatura, das lendas e da história e até da propaganda.
Segundo alguns autores como David Hume, a moral nada mais é que um processo instintual, não racional, o que em partes, a meu ver, está certo, embora não totalmente.
Para mim, existe sim inteligibilidade na moral, que são os padrões de censo comum. No entanto a moral, não se sustenta em si mesma por ser muito restrita. São necessários então, padrões de comportamento éticos normativos, como a moral dos religiosos, por exemplo, para que não haja uma dissociação perceptiva em escala individual  se dilua em barbárie.  A ética tem papel organizador importantíssimo e se encontra incita na moral, justamente pela moral possuir inteligibilidade individual de percepção. Em resumo, a moral não pode existir sem a ética, mas ética pode, sim, existir sem a moral.  Grandes exemplos espúrios são as éticas praticadas entre bandidos e corruptos, contrarias a ética vigente. Uma ética normativa esquemática ideológica, por exemplo, pode influir diretamente na percepção moral, causando erros terríveis de julgamento de valores, que é o que acontece no Brasil de hoje por conta do gramscismo. Isto significa que dentro de um mesmo universo, uma mesma realidade é possível que coexistam dois tipos de justiça, a justiça social e ajustiça criminosa.  Por este motivo se vê tanto deblaterar em nome da ética, por parte dos revolucionários, pois a ética pode ser moldada como conduta imposta dentro de uma linha temporal, alterando a percepção de julgamento mais básica.  Já a moral não, por ser restrita é renegada pelos subversivos, pois está ligada a tradição e valor individual, este que não se muda com decretos normativos com tanta facilidade.  E isso claro, não faz parte dos planos de nenhum movimento revolucionário marxista, por exemplo, este queque visa destruir a tradição para moldar a moral através de decretos normativos.

 Neste ponto, não se pode desconsiderar alguns fatores, estes que são primordiais no que diz respeito ao que se entende por moral.  O principal é que, se a moral não pode existir sem ética, como foi dito anteriormente, e quanto mais se aperfeiçoar a ética, mais se solidificará uma moral com mais inteligibilidade e características universais. Penso que a ética baseada na moral já adquirida e lapidada é o caminho para uma ética universal futura mais avançada, ou mais ou menos uniforme e coerente.   Já uma ética sem moral pode assumir qualquer face, mesmo a mais perversa.

Neste ponto citarei  o filosofo Olavo de carvalho, para tentar explicar que eu não sofro de paralaxe cognitiva, e não estou viajando na maionese.
Como é de nosso conhecimento, Olavo o define a paralaxe cognitiva como - “afastamento entre o eixo da construção teórica e o eixo da experiência real anunciado pelo indivíduo” – logo, meu discurso à cerca da ética, não se fasta do eixo da experiência real, pois jamais afirmo que a ética “sempre será melhorada” e nunca piorada.
 
A ética pode sim piorar, quando existe interferência ideológica subversiva contaminada por uma visão distorcida da realidade, isto é, pela paralaxe cognitiva. A solução para este problema pode estar na individuação da ética, isto é, um código pessoal ético universal baseado na moral, similar ao imperativo categórico de Kant.  Se cada indivíduo for estimulado culturalmente a desenvolver um código pessoal de ética baseado na moral já adquirida, dai sim, poderíamos ter campo para trabalhar para o aperfeiçoamento de uma ética universal que renove a moral tradicional, mantendo o que é bom e descartando o que é ruim. Só que isso implicaria na aniquilação ou mudança grande no campo da religião, o que torna a ideia dogmática e subversiva se imposta. Mas caso corresse, teria de ser um processo natural e moral, para não se tornar patológico. Claro que isso é apenas uma especulação, pois não existe como saber o aconteceria, e propor como modelo torna-se uma experiência social revolucionaria, esquemática e subversiva.
Analisando dessa forma, pode-se sim especular sobre hipóteses futuras, sem jamais se descambar para uma visão de paralaxe, pois a construção teórica da ética seria baseada em princípios morais pessoais e na realidade prática, calcada em fatos concretos, visando um processo natural de transformação e aperfeiçoamento infinito, claro com a possibilidade de retrocesso. Logo se vê que, fazer prospecções não é o mesmo que idealizar, é necessário ter uma imaginação muito bem trabalhada para não cair no fundo do poço das utopias.

                                                         Ética, moral e divagações.

 

Para comparar o homem de hoje como - possibilidade perfeita do futuro - seria necessário conhecer, literalmente, o homem perfeito do futuro, para haver base de comparação temporal, pois sem esta base fica impossível saber qual é a medida do perfeito. O mesmo vale para os estados, pois cada nação é um conglomerado cultural distinto e que em nenhuma circunstância pode ser comparado à outra em termos de progresso e atraso, pois para se comparar, por exemplo, o país ‘A’ do passado com o ‘B’ do futuro, o país ‘A’ teria que ser, literalmente, o país ‘B’, o que é impossível, pois o a linha temporal futura ainda não existe, e mesmo se existisse, ainda assim não se poderia compra-los, pois seriam distintos. Comparações podem acontecer apenas nos campos da técnica, nunca no campo cultural. E mesmo assim se compararia não em termos de progresso e atraso, mas sim em termos de possuir tal técnica ou não. Afinal a técnica não é progresso, mas apenas uma mudança de perspectiva.

É fato que todas as utopias partilham de uma característica primordial, que é lidar com linhas temporais imaginativas apocalípticas. Linhas temporais estas que, sempre estarão limitadas ao horizonte de consciência do propositor.  Nenhum revolucionário é capaz de saber qual será o fim da história, logo, não pode prever o que seria um estado ideal e muito menos o homem ideal, pois a base de comparação não existe no plano físico, apenas hipoteticamente de forma limitada.

Ao que entendo sobre moral, trata-se basicamente da capacidade interna e objetiva do ser perceber o outro, e, que não pode comportar ou abranger a um grande grupo da mesma forma que no individual, pois se trata de um paradigma pessoal e natural e egoico de visão do mundo.  Já a construção da moral adquirida pela ética grupal é baseada em certa coerência cultural, de vivência e de tradição de censo comum e imaginativa, restringindo assim a manifestação pura do ego, esta que pode ser nociva para o outro, como acontece em um animal.

Assim, definimos a percepção natural e a cultural como sendo razões superpostas e distintas. Embora seja impossível se distinguir o que é percepção natural e o que é percepção cultural, torna-se perfeitamente possível moldar a moral estimulando a imaginação através da literatura, das lendas e da história e até da propaganda.

Segundo alguns autores como David Hume, a moral nada mais é que um processo instintual, não racional, o que em partes, a meu ver, está certo, embora não totalmente.

Para mim, existe sim inteligibilidade na moral, que são os padrões de censo comum. No entanto a moral, não se sustenta em si mesma por ser muito restrita. São necessários então, padrões de comportamento éticos normativos, como a moral dos religiosos, por exemplo, para que não haja uma dissociação perceptiva em escala individual  se dilua em barbárie.  A ética tem papel organizador importantíssimo e se encontra incita na moral, justamente pela moral possuir inteligibilidade individual de percepção. Em resumo, a moral não pode existir sem a ética, mas ética pode, sim, existir sem a moral.  Grandes exemplos espúrios são as éticas praticadas entre bandidos e corruptos, contrarias a ética vigente. Uma ética normativa esquemática ideológica, por exemplo, pode influir diretamente na percepção moral, causando erros terríveis de julgamento de valores, que é o que acontece no Brasil de hoje por conta do gramscismo. Isto significa que dentro de um mesmo universo, uma mesma realidade é possível que coexistam dois tipos de justiça, a justiça social e ajustiça criminosa.  Por este motivo se vê tanto deblaterar em nome da ética, por parte dos revolucionários, pois a ética pode ser moldada como conduta imposta dentro de uma linha temporal, alterando a percepção de julgamento mais básica.  Já a moral não, por ser restrita é renegada pelos subversivos, pois está ligada a tradição e valor individual, este que não se muda com decretos normativos com tanta facilidade.  E isso claro, não faz parte dos planos de nenhum movimento revolucionário marxista, por exemplo, este queque visa destruir a tradição para moldar a moral através de decretos normativos.

 Neste ponto, não se pode desconsiderar alguns fatores, estes que são primordiais no que diz respeito ao que se entende por moral.  O principal é que, se a moral não pode existir sem ética, como foi dito anteriormente, e quanto mais se aperfeiçoar a ética, mais se solidificará uma moral com mais inteligibilidade e características universais. Penso que a ética baseada na moral já adquirida e lapidada é o caminho para uma ética universal futura mais avançada, ou mais ou menos uniforme e coerente.   Já uma ética sem moral pode assumir qualquer face, mesmo a mais perversa.

Neste ponto citarei  o filosofo Olavo de carvalho, para tentar explicar que eu não sofro de paralaxe cognitiva, e não estou viajando na maionese.

Como é de nosso conhecimento, Olavo o define a paralaxe cognitiva como - “afastamento entre o eixo da construção teórica e o eixo da experiência real anunciado pelo indivíduo” – logo, meu discurso à cerca da ética, não se fasta do eixo da experiência real, pois jamais afirmo que a ética “sempre será melhorada” e nunca piorada.

 

A ética pode sim piorar, quando existe interferência ideológica subversiva contaminada por uma visão distorcida da realidade, isto é, pela paralaxe cognitiva. A solução para este problema pode estar na individuação da ética, isto é, um código pessoal ético universal baseado na moral, similar ao imperativo categórico de Kant.  Se cada indivíduo for estimulado culturalmente a desenvolver um código pessoal de ética baseado na moral já adquirida, dai sim, poderíamos ter campo para trabalhar para o aperfeiçoamento de uma ética universal que renove a moral tradicional, mantendo o que é bom e descartando o que é ruim. Só que isso implicaria na aniquilação ou mudança grande no campo da religião, o que torna a ideia dogmática e subversiva se imposta. Mas caso corresse, teria de ser um processo natural e moral, para não se tornar patológico. Claro que isso é apenas uma especulação, pois não existe como saber o aconteceria, e propor como modelo torna-se uma experiência social revolucionaria, esquemática e subversiva.

Analisando dessa forma, pode-se sim especular sobre hipóteses futuras, sem jamais se descambar para uma visão de paralaxe, pois a construção teórica da ética seria baseada em princípios morais pessoais e na realidade prática, calcada em fatos concretos, visando um processo natural de transformação e aperfeiçoamento infinito, claro com a possibilidade de retrocesso. Logo se vê que, fazer prospecções não é o mesmo que idealizar, é necessário ter uma imaginação muito bem trabalhada para não cair no fundo do poço das utopias.


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~ Tuesday, November 29 ~
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Nada como vender a alma ao diabo numa encruzilhada. Me And The Devil Blues - Robert Johnson.


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Achei perdido aqui no meu PC um vídeo tosco, comigo tocando - gravado a uns dois anos atrás - em um momento tão tão bom. Solinho de blues desafinado (por conta do frio nos dedos) cabelo curto e a companheira solidão (…) hehe.


1 note  ()
~ Monday, September 12 ~
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                                                           ”Fuja do mundo melhor”    
É fato, existem temas que podem ser um tanto polêmicos ao serem abordados e combatidos, dentre estes temas, o idealismo certamente está entre eles, justamente por mexer no cerne, no âmago do ego. Muitos dizem: “precisamos de mais idealistas!” Será? Será que precisamos mesmo de mais idealistas, ou será que precisamos de pessoas mais lucidas e éticas?  
Em verdade, nunca vi o idealismo com bons olhos, principalmente quando percebi que os idealistas, são possuidores de algumas peculiaridades, estas, que temos o hábito de chamar de defeitos - e assim, como grande parte das pessoas os possuem, os idealistas não fogem à regra, uma vez que também são pessoas. Mas claro, também é certo, que os idealistas, se diferem uns dos outros, justamente por possuírem - como qualquer outra pessoa - a individualidade. Eis que surge então uma questão: qual seria o ponto então, que ligaria qualquer idealista aos outros e os nivelaria por baixo?  Bom, a resposta é bem simples a meu ver: o que torna todo idealista nocivo para ele mesmo e para sociedade - sem exceção - é a sua ideia de “mundo melhor”, ou de mundo “mais justo” e “igualitário”. Mas pera lá -não estaria ele sendo correto desejar um mundo melhor, levando em conta a ética e a justiça? A resposta é: sim, realmente é coerente querer um mundo mais justo e ético. Eu diria que é até inteligente pesar assim, porém, como tudo na vida, existem nuanças, isto é, existem pontos cujo quais não podemos ignorar, principalmente quando o assunto é um mundo melhor. Um desses pontos é o fato de que todo idealista ao desejar um “mundo melhor” e estar disposto, de fato, a implantar este “mundo melhor” para o resto da sociedade, ele terá um grande problema ou dilema para enfrentar.
O primeiro dilema é: que ele fará com as pessoas que não se encaixarem no seu plano de “mundo melhor”? Sim, pois os parâmetros que ajudarão o idealista selecionar os integrantes de seu “mundo melhor”, vão estar calcados, claro, nele mesmo, que por sua vez, pode ser também espelhado em um arquétipo, um mito, uma ideologia.
Com base neste ponto, podemos pensar da seguinte forma:
Imaginemos, que o idealista consiga, de alguma forma, subir ao poder e tiver em suas mãos a possibilidade de colocar em prática o seu projeto de “mundo melhor”, ele terá três saídas para concretizar seus planos: primeiro eliminar seus opositores e assim garantir a hegemonia e uniformidade de pensamento.
Segundo, conviver com eles, com o risco de sofrer um golpe ou ter de dividir a opinião; ou ainda abrir mão de uma parte da realização seu ideal, o que se torna paradoxal, pois para garantir um “mundo melhor”, não pode haver uma oposição que deseje o mundo como ele é ou está.
Terceiro, comprar toda a oposição com cargos de confiança, dinheiro e poder.
Agora pergunta que não quer calar: isso lembra alguma coisa na nossa história?
Vamos listar quatro casos clássicos:  nazismo, comunismo, fascismo.
Eu costumo dizer que detesto este sufixo “ismo”, pois por conta de muitos “ismos” que grades desgraças aconteceram  e baseado nestes fatos, há de se concordar, que tenho minhas razões, muito bem fundamentadas, aliás. Todos estes sistemas centralizadores de poder que citei e muitos outros que deixei de citar, em algum momento da história quiseram ou - ainda querem - fazer um “mundo melhor”, e liderados por idealistas, acabaram ou acabam por promoverem o inevitável: destruição e genocídio. Em especial o nazismo e o comunismo - os movimentos cultuais, ou anti-culturais, que considero mais nocivos para a humanidade - são frutos da mesma arvore do terror igualitário: à revolução francesa. Sim, a revolução francesa, essa mesmo da (Liberté, Egalité, Fraternité) liderada pelo S.r. - Maximilien de Robespierre e sua afiada guilhotina - esta que posteriormente produziu o comunismo, este que por sua vez criou o fascismo e o nazismo - e ambos, tanto o nazismo como o comunismo - mataram juntos, em nome do seu ideal, mais de 100 milhões de pessoas. O comunismo em nome do proletariado e a “igualdade” e o nazismo em nome da raça pura e a “igualdade” nacionalista.  Desde a publicação do ‘manifesto comunista’, através de Hegel, Karl Marx e Friedrich Engels, a revolução do proletariado, motivados por uma “guerra de classes” inexistente ou que - só existe na cabeça do marxista revolucionário - tem criado muitos monstros idealistas, como: Adolf Hitler, Stalin, Mao Tsé-Tung, Lenin, Mussolini e muitas outras deformidades, como nosso ex-presidente Lula.
Já dizia Nietzsche, sabiamente e com eloquência: “o idealista é incorrigível, se é expulso de se céu, faz o ideal de seu inferno”.
Muitos desses idealistas não fazem o mal pelo puro mal, isto é, na cabeça deles estão fazendo um “bem para humanidade”, além, claro, de estarem bem fundamentados ou manipulados por pessoas realmente cínicas e psicopáticas, que sabem o que estão fazendo: os intelectuais. O maior problema do idealista é que, muitos deles - senão todos - são alienados, não sabem o que é humanidade, não sabem o que é certo e errado, não sabem o que é justiça e não sabem o que é democracia, ou seja, possuem uma visão anacrónica e deformada da realidade. A mentalidade revolucionária a meu ver pode ser comparada a uma psicose induzida, pois individuo delira e pró de algo que não existe e talvez nunca venha a existir, a não ser em sua mente doente e na mente de quem idealizou tal ideologia. Vale salientar aqui, que muitas vezes nem mesmo quem idealizou as teorias malucas acredita de fato nelas - é o caso de um grande conhecido nosso o Maquiavel.
Maquiavel, segundo Olavo de carvalho, era um perdedor, que se aliava sempre aos perdedores e que acabou muito mal, vivendo de favores do Papa. No entanto vemos muitos políticos que seguem a risca sua cartilha psicótica. 
Penso eu, em minha ignorância primata, que se um dia for possível um mundo melhor – fugindo totalmente da visão idealista - ele somente se dará gradativamente e naturalmente - quando houver uma ética universal e uma lucidez uniforme, o que é impossível no mundo em que vivemos hoje, este que é dominado pela irracionalidade, o sentimentalismo e o egocentrismo, beirando o subumano. Fica então o meu alerta aqui registrado , quando estiver perto de alguém exasperado e este mesmo alguém, venha pôr-se a deblaterar, em pró de um “mundo melhor”, fuja e se esconda o quanto antes, pois ai vem um idealista. Se ainda preza pela sua liberdade relativa - capitalista e liberal - que ainda possuímos aos “trancos e barrancos” fuja do “mundo melhor”! 
Imagem ilustrativa do filme: The wave

                                                           ”Fuja do mundo melhor”    

É fato, existem temas que podem ser um tanto polêmicos ao serem abordados e combatidos, dentre estes temas, o idealismo certamente está entre eles, justamente por mexer no cerne, no âmago do ego. Muitos dizem: “precisamos de mais idealistas!” Será? Será que precisamos mesmo de mais idealistas, ou será que precisamos de pessoas mais lucidas e éticas?  

Em verdade, nunca vi o idealismo com bons olhos, principalmente quando percebi que os idealistas, são possuidores de algumas peculiaridades, estas, que temos o hábito de chamar de defeitos - e assim, como grande parte das pessoas os possuem, os idealistas não fogem à regra, uma vez que também são pessoas. Mas claro, também é certo, que os idealistas, se diferem uns dos outros, justamente por possuírem - como qualquer outra pessoa - a individualidade. Eis que surge então uma questão: qual seria o ponto então, que ligaria qualquer idealista aos outros e os nivelaria por baixo?  Bom, a resposta é bem simples a meu ver: o que torna todo idealista nocivo para ele mesmo e para sociedade - sem exceção - é a sua ideia de “mundo melhor”, ou de mundo “mais justo” e “igualitário”. Mas pera lá -não estaria ele sendo correto desejar um mundo melhor, levando em conta a ética e a justiça? A resposta é: sim, realmente é coerente querer um mundo mais justo e ético. Eu diria que é até inteligente pesar assim, porém, como tudo na vida, existem nuanças, isto é, existem pontos cujo quais não podemos ignorar, principalmente quando o assunto é um mundo melhor. Um desses pontos é o fato de que todo idealista ao desejar um “mundo melhor” e estar disposto, de fato, a implantar este “mundo melhor” para o resto da sociedade, ele terá um grande problema ou dilema para enfrentar.

O primeiro dilema é: que ele fará com as pessoas que não se encaixarem no seu plano de “mundo melhor”? Sim, pois os parâmetros que ajudarão o idealista selecionar os integrantes de seu “mundo melhor”, vão estar calcados, claro, nele mesmo, que por sua vez, pode ser também espelhado em um arquétipo, um mito, uma ideologia.

Com base neste ponto, podemos pensar da seguinte forma:

Imaginemos, que o idealista consiga, de alguma forma, subir ao poder e tiver em suas mãos a possibilidade de colocar em prática o seu projeto de “mundo melhor”, ele terá três saídas para concretizar seus planos: primeiro eliminar seus opositores e assim garantir a hegemonia e uniformidade de pensamento.

Segundo, conviver com eles, com o risco de sofrer um golpe ou ter de dividir a opinião; ou ainda abrir mão de uma parte da realização seu ideal, o que se torna paradoxal, pois para garantir um “mundo melhor”, não pode haver uma oposição que deseje o mundo como ele é ou está.

Terceiro, comprar toda a oposição com cargos de confiança, dinheiro e poder.

Agora pergunta que não quer calar: isso lembra alguma coisa na nossa história?

Vamos listar quatro casos clássicos:  nazismo, comunismo, fascismo.

Eu costumo dizer que detesto este sufixo “ismo”, pois por conta de muitos “ismos” que grades desgraças aconteceram  e baseado nestes fatos, há de se concordar, que tenho minhas razões, muito bem fundamentadas, aliás. Todos estes sistemas centralizadores de poder que citei e muitos outros que deixei de citar, em algum momento da história quiseram ou - ainda querem - fazer um “mundo melhor”, e liderados por idealistas, acabaram ou acabam por promoverem o inevitável: destruição e genocídio. Em especial o nazismo e o comunismo - os movimentos cultuais, ou anti-culturais, que considero mais nocivos para a humanidade - são frutos da mesma arvore do terror igualitário: à revolução francesa. Sim, a revolução francesa, essa mesmo da (Liberté, Egalité, Fraternité) liderada pelo S.r. - Maximilien de Robespierre e sua afiada guilhotina - esta que posteriormente produziu o comunismo, este que por sua vez criou o fascismo e o nazismo - e ambos, tanto o nazismo como o comunismo - mataram juntos, em nome do seu ideal, mais de 100 milhões de pessoas. O comunismo em nome do proletariado e a “igualdade” e o nazismo em nome da raça pura e a “igualdade” nacionalista.  Desde a publicação do ‘manifesto comunista’, através de Hegel, Karl Marx e Friedrich Engels, a revolução do proletariado, motivados por uma “guerra de classes” inexistente ou que - só existe na cabeça do marxista revolucionário - tem criado muitos monstros idealistas, como: Adolf Hitler, Stalin, Mao Tsé-Tung, Lenin, Mussolini e muitas outras deformidades, como nosso ex-presidente Lula.

Já dizia Nietzsche, sabiamente e com eloquência: “o idealista é incorrigível, se é expulso de se céu, faz o ideal de seu inferno”.

Muitos desses idealistas não fazem o mal pelo puro mal, isto é, na cabeça deles estão fazendo um “bem para humanidade”, além, claro, de estarem bem fundamentados ou manipulados por pessoas realmente cínicas e psicopáticas, que sabem o que estão fazendo: os intelectuais. O maior problema do idealista é que, muitos deles - senão todos - são alienados, não sabem o que é humanidade, não sabem o que é certo e errado, não sabem o que é justiça e não sabem o que é democracia, ou seja, possuem uma visão anacrónica e deformada da realidade. A mentalidade revolucionária a meu ver pode ser comparada a uma psicose induzida, pois individuo delira e pró de algo que não existe e talvez nunca venha a existir, a não ser em sua mente doente e na mente de quem idealizou tal ideologia. Vale salientar aqui, que muitas vezes nem mesmo quem idealizou as teorias malucas acredita de fato nelas - é o caso de um grande conhecido nosso o Maquiavel.

Maquiavel, segundo Olavo de carvalho, era um perdedor, que se aliava sempre aos perdedores e que acabou muito mal, vivendo de favores do Papa. No entanto vemos muitos políticos que seguem a risca sua cartilha psicótica. 

Penso eu, em minha ignorância primata, que se um dia for possível um mundo melhor – fugindo totalmente da visão idealista - ele somente se dará gradativamente e naturalmente - quando houver uma ética universal e uma lucidez uniforme, o que é impossível no mundo em que vivemos hoje, este que é dominado pela irracionalidade, o sentimentalismo e o egocentrismo, beirando o subumano. Fica então o meu alerta aqui registrado , quando estiver perto de alguém exasperado e este mesmo alguém, venha pôr-se a deblaterar, em pró de um “mundo melhor”, fuja e se esconda o quanto antes, pois ai vem um idealista. Se ainda preza pela sua liberdade relativa - capitalista e liberal - que ainda possuímos aos “trancos e barrancos” fuja do “mundo melhor”! 

Imagem ilustrativa do filme: The wave


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